segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A longo prazo, todos estaremos mortos.Mas as pessoas por busca do sucesso,do poder,como um rolo pressor,mata quem busca a paz e o sol do dia a dia,parece brincadeira mas ainda há pessoas que só querem se harmonizar com outras pessoas,mas a chaga do egoismo,o próprio umbigo,a arrogancia e a situação financeira bem sucedida,enfim matam sonhos,destroem familia e aniquila ao homem,que pena...que pena

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?
Charles Chaplin
Perguntaram-me recentemente, porque razão os meus textos eram sempre tristes, a resposta é simples...
Quando estou alegre, não sinto necessidade de escrever!
Divido a minha alegria com os amigos, ofereço sorrisos pela multidão, distribuo felicidade e boa disposição...
Quando estou triste, entrego-me a uma folha em branco, desnudo meus sentimentos, dou-lhes forma em tinta preta...
Engulo lágrimas e desabafos, que alimentam a minha tristeza...
Isolo-me do mundo!
E, assim, a folha outrora branca, vai tomando a forma e a cor, da minha dor!
Em silêncio grito o que me vai na alma...
Choro até ficar seca, como um campo estéril.
E confesso:
A decepção provocada por um amigo...
A revolta por ser ignorada...
A tristeza de estar só...
A dor da incompreensão...
A frustação de dar, e nunca receber...
E, é na folha que já foi branca, que confio os meus mais intimos segredos, e tenho dela, a promessa de sempre me apoiar...
Com a vantagem de estar sempre aqui...
Pronta para me ouvir!
Quando estou alegre, não sinto necessidade de escrever!
Divido a minha alegria com os amigos, ofereço sorrisos pela multidão, distribuo felicidade e boa disposição...
Quando estou triste, entrego-me a uma folha em branco, desnudo meus sentimentos, dou-lhes forma em tinta preta...
Engulo lágrimas e desabafos, que alimentam a minha tristeza...
Isolo-me do mundo!
E, assim, a folha outrora branca, vai tomando a forma e a cor, da minha dor!
Em silêncio grito o que me vai na alma...
Choro até ficar seca, como um campo estéril.
E confesso:
A decepção provocada por um amigo...
A revolta por ser ignorada...
A tristeza de estar só...
A dor da incompreensão...
A frustação de dar, e nunca receber...
E, é na folha que já foi branca, que confio os meus mais intimos segredos, e tenho dela, a promessa de sempre me apoiar...
Com a vantagem de estar sempre aqui...
Pronta para me ouvir!

Hoje, eu não dei pelo tempo a passar,
passei o dia, tentando disfarçar
a minha enorme vontade de chorar...
Será que existe alguém capaz, de me explicar,
o que tenho de fazer, para arrancar do meu peito,
esta louca vontade de morrer?!...
Sou mais um ser em constante,
confronto com o mundo!
Tenho marcas visiveis, que o tempo fez questão de colar no meu rosto.
Meu corpo, machucado pela vida... definha, a cada minuto,
sem que eu me importe com isso...
Choro sozinha na escuridão da noite,
tentando ocultar, esta dor, que me destrói...
Foram tantas decepções...
Ouvi tantos "nãos", da vida, que o medo tomou conta do meu coração!
Amor... eu já não consigo sentir!
Caí, em várias ilusões, e saí sempre magoada!
Agora enriqueci o meu peito do mais puro egoismo,
e de tudo o que me possa servir de escudo...
Hoje, sou pobre desses sentimentos
bonitos que todos tanto anseiam...
E, lamento pelas lágrimas que rolaram dos meus olhos...
Não quero saber do futuro,
ou do que se refere à vida, penso no "hoje",
sem questionar, os principios, os meios e os fins
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