Do longiquo espaço,onde o telégrafo escreve rápido,onde o fac-simile reproduz com eficiência a copia,eque o carteiro torna-se retrogrado,mas segue adiante com
seu trabalho.Onde lá no sistema o sagitário causa inveja a
ursa maior e que o homem tenta alunizar,para compreênder
que fascinio há lá.Que o astro rei o sol emite seu fulgor forta-
lecendo nôs e conttribuindo para a vegetação,fazendo clorofila
confeccionar óxigenio.Fico no ar...Suspenso...Meus ouvidos aus
cutam de álguem uma doce vôz,álguem falando muito,álguem
falando bem,álguem falando oque é bom de se ouvir.
Torno-me inababesco,porquew quando os meus senti
dos percebem essa doce vôz,torna-me calmo e sinto-me como se estivesse,sendo ninado.
Derrepente essa vôz quebra a monotonia e o meu sen-
tido,essa coisa louca e brusca,que vem de forma pejorativa,depois de um dia ,quase término e
que me fustiga de complicações,pánico,medo,fáz tornar-me brando calmo sereno,essa doce voz
vem alimentar-me,vem ascender-me,vem trocar o cansaço,como a leveza da pluma,onde o jar-
dim é igual para o beija-flôr,eu agradeço.
Não porque é merecido,mas as elouquência que pega-
me assim displicente e contido dentro de um sistema inatingivel,como essa doce vôz,a embriagar
me. Então pergunto a mim mesmo:Quem será a dona dessa
doce vôz,que tanto se preocupa comigo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário