
Sou um homem comum,qualquer hum,enganado
entre a dor e o prazer.Hey de viver e morrer como um homem comum.
mas o meu coração de poeta projeta me em tal solidão. Que as vezes assiosto,que as vezes assisto,guerra,festas imensas,sei voar e tenho as fibras tensas.
E sou um homem e é comum,e sou um ninguem no meio de tanta gente.
Caetano Veloso.

Um comentário:
Muito legal Venâncio,preciso voltar a cantar essa caçãode novo me deu saudade daquele tempo.um abraço.
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